O processo de envelhecimento tem consequências físicas como a perda de mobilidade, força, sensibilidade e equilíbrio, que condicionam a mobilidade da pessoa idosa e consequentemente a sua autonomia e independência, comprometendo as actividades da vida diária. O tratamento nestes casos visa predominantemente o fortalecimento muscular, a melhoria das amplitudes articulares, do equilíbrio e da marcha, proporcionando uma melhoria da funcionalidade geral do idoso.
Os problemas mais frequentes na população são:
● Consequências de quedas (fracturas, imobilizações...)
● Pós-operatórios ortopédicos (próteses de anca, joelho)
● Artroses e outras patologias articulares
● Sindromes de imobilidade
● Doença de Alzheimer e outras demências
● Doença de Parkinson
● Acidente Vascular Cerebral (AVC)
● Idosos sedentários ou acamados